Autocuidado emocional

Assim como o autocuidado físico é importante e necessário, cuidar do emocional exige uma rotina equilibrada, autocuidado e autoconhecimento. Afinal, uma mente saudável é fundamental para que todo o corpo funcione bem e reaja conforme o esperado.

Sendo assim, venho compartilhar 6 dicas práticas para auxiliar no equilíbrio emocional:

Autoconhecimento: fazer uma auto análise é fundamental para identificar seus medos, traumas, emoções e situações que podem te desestabilizar e/ou afetar. Essa reflexão deve ser feita por você, com sinceridade e sem julgamento. A partir do momento em que você identifica aquilo que mexe com suas emoções, torna-se possível lidar com essas questões de forma mais consciente e saudável.

Estabeleça limites: para uma vida emocional saudável, é importante que limites e regras sejam definidos. Separe a vida profissional da pessoal, desconecte-se de atividades excessivas e procure se reconectar com a natureza e com atividades que tragam leveza e descanso para a mente.

Lazer: da mesma forma que o trabalho é importante, reservar momentos de lazer também é essencial. Esse tempo pode ser aproveitado por meio de viagens, atividades leves e prazerosas ao ar livre ou dedicando-se a um hobby que traga alegria e relaxamento.

Perdão: muitos problemas emocionais podem estar ligados a traumas do passado que precisam ser liberados. Exercitar o perdão é um processo libertador. Pode não ser fácil, mas é um passo importante para a cura emocional, refletindo positivamente também no bem-estar físico.

Gestão emocional: praticar exercícios de respiração, relaxamento e outras técnicas que ajudem a aliviar o estresse e a ansiedade contribui para manter o equilíbrio diante das situações do dia a dia.

Procurar ajuda profissional: buscar acompanhamento terapêutico pode ser muito valioso. A terapia auxilia no desenvolvimento da resiliência e ajuda a lidar de maneira mais saudável com as emoções.

Cuidar da saúde emocional é um ato de responsabilidade e amor próprio. Assim como dedicamos tempo para cuidar do corpo, também precisamos cultivar hábitos que fortaleçam a mente e o coração. Pequenas atitudes no dia a dia podem transformar a forma como lidamos com desafios, trazendo mais equilíbrio, paz e qualidade de vida.

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Autocuidado físico


Passamos a vida cuidando de tantas coisas: casa, trabalho, faculdade, sonhos, família, entre tantas outras. Com isso, deixamos de dar a devida atenção ao nosso corpo.

Uma vez que o corpo é “forçado” a trabalhar mais, pode-se gerar estresse, resultando em má qualidade do sono e desgaste excessivo. Portanto, manter o autocuidado físico é fundamental.

Há alguns passos que podem ser seguidos para se obter um maior desempenho físico, como, por exemplo:

Dormir bem: uma boa noite de sono pode ser a maior responsável por um bom desempenho nas atividades e pela saúde mental. Estabeleça horários regulares para dormir e acordar, prepare o ambiente deixando-o escuro, limpo e silencioso. Evite exercícios físicos intensos à noite, bebidas energéticas e telas (celular/TV). Antes de dormir, busque criar um ritual relaxante, como um banho quente, fazer uma boa leitura, utilizar óleos essenciais que contribuam para o sono, além de deixar a cama somente para dormir.

Praticar atividade física: a prática de exercícios físicos é fundamental para prevenir doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares, além de reduzir o estresse, a ansiedade e a depressão. O exercício físico fortalece os ossos e músculos e garante maior qualidade e longevidade à vida.

Alimentação saudável: alimentar-se bem é garantir o bom funcionamento do corpo, pois, quando se tem uma boa alimentação, nutrientes essenciais são ingeridos, fortalecendo o sistema imunológico e evitando doenças crônicas (diabetes, hipertensão, câncer). Ela aumenta a energia, melhora o sono, o humor e a qualidade de vida.

Descansar: nem sempre dormir significa descansar. O descanso é desligar-se totalmente do trabalho ou das atividades que causam cansaço físico e mental, para então aliviar a fadiga, recuperar as forças, relaxar e dormir bem. Portanto, faça pausas regulares, desconecte-se das telas e conecte-se com a natureza.

Cuidar do corpo é um ato de responsabilidade e amor próprio. Quando priorizamos o auto cuidado físico, não estamos sendo egoístas, mas sim fortalecendo a base que sustenta todas as outras áreas da nossa vida. Um corpo saudável nos permite viver com mais disposição, equilíbrio e qualidade, refletindo diretamente em nosso bem-estar físico, emocional e mental.


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Crescer dói, estagnar dói mais!

Para se ter uma vida promissora e cheia de realizações, é preciso crescer. Por mais simples que pareça, o processo de crescimento não é fácil, ele pode causar dor.

Crescer dói porque exige mudança, e mudar leva à quebra de hábitos, confronta medos, gera renúncia, solicita esforço e muitas vezes despedidas. Crescer é abrir mão do conhecido, do que é comum; é encarar responsabilidades que não existiam, é ultrapassar limites internos. Tudo isso gera dor. Mas é um tipo de dor que vem do processo e, com o passar do tempo, se transforma em resultados magníficos. 

Durante esse processo, é normal, saudável e até necessário desacelerar. O crescimento não é uma linha reta, trata-se de ritmo. Ou seja, há momentos de avanço rápido e há fases de pausa, ajustes e fortalecimento interno.

Desacelerar não é retroceder. Esse é o momento em que:

  • há a reorganização emocional.
  • a mente assimila o que foi aprendido.
  • as raízes se aprofundam.

Na natureza, tudo que cresce duradouramente passa por estações. Nenhuma árvore frutifica o ano inteiro. No entanto, é preciso ter em mente que, o problema não é desacelerar, mas parar por medo ou desistir por cansaço.

Estagnar dói mais, porque corrói por dentro. Quando a pessoa fica parada no mesmo lugar por comodismo, medo ou apego, a dor não é imediata, ela vai corroendo e consumindo o indivíduo lentamente. Vem em forma de arrependimento, amargura, culpa e seguido pela pergunta: “E se eu tivesse tentado?” É a dor de ter negado o próprio potencial.

Ou seja, a dor do crescimento machuca, mas transforma. Enquanto a dor da estagnação parece confortável, mas aprisiona, rouba a identidade e a esperança.

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Vencendo o desânimo



Vivemos em uma época de grandes cobranças — trabalho, estudos, vida sentimental, responsabilidades que não acabam — e isso exige de nós um esforço que ultrapassa o físico; alcança a mente, o coração e até a fé.

Mesmo tentando estar sempre ativos, fortes e prontos para tudo, existem dias em que as forças simplesmente se esgotam. O que antes era leve passa a pesar, o que antes trazia alegria se transforma em cansaço, e aquilo que fazíamos com excelência já não flui da mesma maneira. É nesse ponto que o desânimo se instala, silencioso, mas poderoso o bastante para afetar nossa visão, nossos passos e a nossa esperança.

Mas por que ficamos desanimados? Muitas vezes, tentamos carregar sozinhos aquilo que não fomos criados para carregar sem Deus. Outras vezes porque colocamos expectativas demais em nós mesmos, ou porque as circunstâncias parecem maiores do que nossa capacidade. O desânimo chega quando esquecemos que não somos fonte inesgotável — mas o Senhor é.

E como vencer o desânimo? Voltando ao lugar onde nossa alma respira: a presença de Deus. É ali que o coração se fortalece, o propósito reacende e a esperança renasce. Não é pela força do braço, mas pela graça que nos sustenta. Quando entregamos nossas cargas ao Pai, Ele renova nossas forças, ajusta nossa visão e nos lembra que não caminhamos sozinhos — nunca.

“Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças. Sobem com asas como águias; correm e não se cansam; caminham e não se fatigam.” – Isaías 40:31




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A doçura de não fazer nada

Se você tiver a oportunidade de ficar um bom período sem fazer nada, certamente seu cérebro irá te lembrar de uma série de tarefas pendentes que estão à sua espera para serem resolvidas. 

Possivelmente o sentimento desenvolvido será o de “perda de tempo”. Afinal, esse tempo poderia estar sendo usado para ler os e-mails, resolver as pendências do trabalho ou organizar e limpar a casa.

Então, ficar totalmente off de tudo não é a opção escolhida por muitos. São poucas as pessoas com o tédio como uma opção plausível, geralmente quando falamos de tédio a reação é de estranhamento. Porém, segundo neurocientistas, o tédio possui muitos benefícios eficazes para um melhor desenvolvimento do cérebro.

O cérebro é um órgão que trabalha dia e noite sem descanso, ele está sempre ativo. Até quando estamos dormindo, ele está trabalhando, organizando e “limpando” a bagunça do dia inteiro. Por isso a importância de ficar um tempo sem fazer nada.

Quais os benefícios do tédio?

Desenvolve a criatividade.

A mente, quando entra em estado de tédio, entra em um “modo padrão” que ativa a imaginação e a criatividade, gerando novas perspectivas. 

Reduz a sobrecarga cognitiva.

Age como um “detox” mental, limpando a mente do excesso de informações acumuladas ao longo do tempo.

Melhora a solução de problemas.

Quando a mente não é bombardeada por mais informações externas, ela consegue se concentrar melhor nos problemas já existentes e consequentemente desenvolver soluções eficazes para os problemas.

Desenvolve a resiliência.

Se você é uma pessoa que não tem paciência e não consegue esperar, com certeza você está precisando de um momento de tédio. Isso porque ele ensina a lidar com a espera e a falta de recompensa imediata, habilidades fundamentais para o amadurecimento cognitivo e emocional.

Estimula o autoconhecimento.

É um período onde é possível se conectar consigo mesmo, contribuindo para um bem-estar mental.

Como estimular o tédio?

Agende um tempo para descansar.

No trabalho ou mesmo em casa, crie o hábito de ficar um tempo livre, off de tudo. Aproveite esse momento para reflexão e para apreciar o céu e a natureza.

Desconecte-se:

Ficar longe dos trabalhos não significa ficar presente nas redes sociais. O ficar em modo tédio significa se desconectar dos dispositivos digitais, permitindo que a mente se recupere dos excessos de informações.

Vale lembrar que, ter tédio não é ficar com a mente vazia. Mas é permitir-se desligar de tudo que causa cansaço tanto físico como mental e ficar um tempo sem fazer nada, apenas descansando a mente e o corpo sem preocupações. É dar espaço para a criatividade, conexão e recuperação mental.

Fonte: BBC

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Fazendo boas escolhas



Constantemente fazemos escolhas na vida. Algumas são simples como, escolher qual roupa vestir ou o que comer no café da manhã. Outras possuem um peso maior, como, por exemplo, a escolha de uma profissão, de um cônjuge ou a decisão de onde se passará a eternidade, se com Cristo ou sem Ele.

Independente da escolha, a verdade é que, por mais simples que seja, ela irá causar um impacto positivo ou negativo em nossa vida. Tais como:

Crescimento pessoal: ao enfrentarmos desafios, como tomar uma decisão difícil, nos tornamos mais resilientes.

Responsabilidade: As escolhas nos levam a assumir responsabilidades por suas consequências. Isso nos torna mais conscientes e maduros.

Impacto no futuro: você já deve ter ouvido a seguinte frase: “As escolhas de hoje definem o amanhã”. Essa é uma grande verdade. Decisões relacionadas à carreira, relacionamentos e saúde causam impactos à qualidade de vida a longo prazo.

Liberdade e autonomia: poder escolher é um sinal de liberdade, é um exercício constante da nossa autonomia como indivíduos.

Mas afinal, como fazer escolhas sábias?

Há decisões que exigem uma ação rápida; enquanto outras, precisam de mais tempo para serem tomadas. Isso vai depender da situação ou da importância da mesma. Uma decisão importante, não pode ser tomada de forma precipitada. É preciso silenciar as emoções, colocar os pensamentos em ordem, analisar todos os fatores e consequências, para então colocar em prática.

Aqui estão alguns passos que ajudam na tomada de decisão:

Autoconhecimento: Antes de fazer uma escolha, se pergunte: “Essa escolha condiz com quem sou e com o que quero para a minha vida?”. Se autoconhecer é importante, pois escolhas sábias respeitam seus princípios.

Defina o problema ou decisão: Antes de fazer uma escolha, saiba o que está em pauta. Ter a ciência do que você quer resolver ou alcançar é o primeiro passo para decidir com inteligência.

Se informe: buscar informações sobre a decisão a ser tomada é muito importante. Afinal, quanto mais você souber sobre as opções disponíveis, mais assertiva será a sua decisão. Não haja pela emoção. Leve em consideração os prós e contras com base em dados.

Analise as consequências: tenha um olhar altivo, não foque apenas no presente. Reflita o impacto que essa decisão irá causar no curto, médio e longo prazo. As decisões sábias geram benefícios não só para você, como para os que te cercam.

As escolhas nem sempre trarão resultados imediatos. Mas se for uma decisão assertiva, tenha a certeza que no tempo oportuno você irá desfrutar das consequências.

Agora que você já sabe como tomar boas decisões, que tal começar a escolher algo incrível para a sua vida hoje?



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Persistência: o segredo para o sucesso

Uma das características mais marcantes das pessoas bem sucedidas é a persistência. Mas qual o caminho que devo trilhar para ser uma pessoa persistente? 

Trouxe 5 passos que irão te ajudar a obter sucesso e a não desistir dos seus objetivos. Confira:

Saiba onde quer chegar

Antes de tomar qualquer decisão, é importante traçar uma meta. Só assim você saberá quais os meios a serem seguidos para alcançar os objetivos. Além disso, ter consciência que cada passo dado precisa estar de acordo com sua capacidade de realização. Quando você planeja algo que está completamente fora do seu alcance, gera frustração, a qual leva a desistência que é a inimiga da persistência. Por isso, trace metas possíveis de serem realizadas.

Se desconecte das distrações

Fazer bom uso do tempo é fundamental para focar no que realmente importa. Geralmente as coisas irrelevantes são as que mais roubam o tempo da realização dos objetivos. Elas costumam vir para tirar o foco do que é importante e aos poucos te direciona para um caminho contrário ao da persistência. As distrações te levam a acreditar que persistir em algo que ainda não foi alcançado é uma perda de tempo. Sendo assim, não permita que as coisas irrelevantes te afastem dos seus objetivos. Busque por conteúdos que irão te impulsionar para a realização dos seus sonhos, assuntos e atividades que irão te fazer mais forte e persistente.

Tenha uma vida organizada

A organização é indispensável para ser uma pessoa persistente. Quando tudo está fora do lugar fica praticamente impossível saber qual passo dar e/ou qual caminho seguir. Uma vida organizada irá facilitar o processo da persistência. Procure organizar os trabalhos, a saúde, a mente e o ambiente em que vive. Assim você irá manter o foco e não se perderá durante a jornada.

Tire as metas do papel

Buscar pela realização das metas é tão importante quanto traçá-las. Sendo assim, agora é o momento de tornar real todas as promessas feitas no final ou começo de um novo ano. Você pode começar sendo mais persistente na realização de cada uma delas. Foque nas metas e não desista até vê-las concluídas.

Nunca pare

O segredo da persistência é nunca parar. Por mais difícil que seja o processo, desistir de cumprir as metas só irá te afastar ainda mais dos objetivos. Nem sempre você será produtivo, não serão todos os dias que você irá obter sucesso na caminhada. Porém, é importante saber que meio passo dado vale mais que nenhum. Então, todos os dias persista nos objetivos. Você pode ler conteúdos que vão te inspirar e te fazer adquirir conhecimento ou, se conectar com pessoas sábias que irão te acrescentar valor.  

A persistência é um desafio que deve ser vencido diariamente. O que você pode fazer para ser mais persistente?

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Autenticidade: agindo de forma natural

Como se posicionar ou agir em determinadas situações ou lugares? É comum termos esses questionamentos, principalmente quando a intenção é se apresentar de forma agradável e aceitável.

Diante dessas dúvidas, diria que o mais importante é buscar sempre a sua autenticidade, que te faz agir de forma genuína e leve. Te levando a viver uma vida baseada em suas crenças e valores.

Para entendermos “como agir com naturalidade”, é preciso falar um pouco mais sobre a autenticidade. A qual consiste na veracidade e originalidade de algo. Carateriza-se pela fidelidade à verdade e genuinidade. Sendo assim, uma pessoa autêntica, age conforme seus próprios valores e personalidade.

Para agir de forma natural, é preciso se autoconhecer. Conhecer seus gostos, suas habilidades, seus medos, suas características e sua personalidade. 

Uma pessoa insegura e com baixa autoestima, está propensa a seguir com veracidade os padrões sociais impostos, fazendo-a com que deixe de ser ela mesma.

E porque é difícil sermos nós mesmos?  Diariamente somos “bombardeados” com tendências, opiniões e conceitos diversos. A busca por agradar sempre os outros nos afasta da pessoa única que somos.

Por isso a importância de se autoconhecer. Quando o autoconhecimento está “em dia”, a probabilidade de você desistir de quem é, se torna mínima. Sua autoestima é elevada; pois por amor a você haverá o autocuidado. É se olhar no espelho e ter orgulho das suas marcas, da sua essência, das suas características e natureza.

A partir daí, haverá maior facilidade para se posicionar e agir em determinados lugares e situações. Pois, você se sentirá à vontade para ser você mesmo, sem ser preciso se moldar a padrões sociais.

Uma pessoa autêntica, não se intimida ao andar, sabe ouvir e filtrar as opiniões, está aberta a críticas, é respeitosa, toma decisões assertivas e diz a verdade com sabedoria . Ela está sempre segura de si e de seus ideais.

É válido ressaltar, que autenticidade não significa que você irá agir de forma incoerente. Falar sem pensar, expressando sua opinião de forma arrogante, não é algo a ser levado em consideração, por exemplo.

Se você é uma pessoa espontânea com as palavras, é preciso agir com moderação e atenção. O mesmo serve para outras situações. 

Ser quem você é, te dá o direito de buscar melhorar em muitos aspectos. Você se conhece, conhece seus pontos positivos e negativos e busca o aperfeiçoamento.

Existem meios que podem te ajudar na busca pela autenticidade, como:

  • Por meio de mentorias individuais, onde um profissional irá trabalhar de acordo com a necessidade e dificuldade do indivíduo.
  • Curso de autoconhecimento, onde profissionais do desenvolvimento pessoal irão aplicar dinâmicas de autodescoberta.
  • E dependendo do caso, um acompanhamento com um profissional da saúde (psicólogo).

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Como lidar com a frustração?

Você já ficou frustrado por não ter conseguido realizar um desejo ou expectativa?

Esse sentimento costuma ser frequente quando não entendemos que enquanto estivermos vivos, estaremos sujeitos a enfrentar os “altos e baixos” da vida.

Por mais difícil que seja aceitar os desafios, ficar frustrado e desistir dos objetivos devido a falha cometida, não é a melhor saída.

Isso me traz à memória uma frase que diz: 

“Se você encontrar um caminho sem obstáculos, ele provavelmente não o levará a lugar nenhum”.  Frank A. Clark

Parece contraditório, não é? Pois se o caminho está “obstruído” por obstáculos, como pode ser possível passar por ele e chegar do outro lado?

Quando nos deparamos com obstáculos no caminho, precisamos buscar forças para “driblar, escalar e transpor” todos eles. Fazendo isso, nos tornaremos pessoas maduras e sábias, cheias de experiências e de inteligência emocional.

Agora, se ficarmos prostrados diante das dificuldades, viveremos uma vida atrofiada.

Claro que isso não nos dá o direito de procurar problemas. Não podemos ser tolos. Mas viver fugindo com medo de errar e se frustrar não é a solução.

Por muito tempo (inclusive falo sobre isso no meu livro), eu vivi uma vida de medo. Medo de errar, de tentar o novo, medo do que as pessoas iriam falar sobre mim. Com o passar do tempo percebi que isso só estava me deixando “mirrada”, sem evolução, sem novidades de vida. Foi então que decidi me desafiar.

Durante esse processo, houveram muitos desafios que me levaram à frustração. Porém, pude experimentar também a misericórdia de Deus. Deus com todo o Seu amor, me fez entender que para crescer é preciso ser pequeno, que antes de ter a firmeza necessária para ficar de pé, iremos enfrentar algumas quedas. Mas, em hipótese alguma devemos nos prostrar e desistir de tentar de novo, dessa vez mais forte e com mais sabedoria.

Há um ditado popular que diz: “Quem não arrisca, não petisca”. Ou seja, quem não for forte e corajoso o suficiente para se levantar e tentar quantas vezes for preciso, nunca provará o sabor do sucesso.

Mas, voltando a pergunta inicial, como lidar com as frustrações? Separei algumas dicas que poderão te ajudar.

  • Trabalhe seu emocional. Ter um emocional preparado é fundamental. Busque conhecer suas emoções para que quando as frustrações virem, você saiba como lidar. Manter a calma e agir com a razão é um ponto muito importante.
  • Veja o lado bom. Como disse anteriormente, é possível aprender muito com as dificuldades. Então diante do problema, mantenha-se erguido e veja o que pode se aproveitar da situação.
  • Atenção às expectativas. Leve em consideração que nem tudo depende de você. Às vezes o que você precisa está sob o alcance de uma outra pessoa. Assim, saiba que nem sempre o que você projetou irá sair como o planejado.
  • Tente outra vez. Com a inteligência emocional desenvolvida e estando ciente que as coisas podem sair um pouco do planejado, é hora de tentar de novo. Aproveite as coisas boas que te aconteceram e agora mais forte e cheio de sabedoria levante-se e siga em frente.
  • Procure ajuda. Reconhecer as necessidades é um ato nobre. Não tenha receio de pedir ajuda. Essa atitude poderá evitar que futuras frustrações sejam vividas. 

Sendo assim, não se dê às frustrações. Somos falhos e pequenos. Mas há um Deus que é forte, fiel e grande. Se clamarmos pela ajuda dEle, Ele virá ao nosso encontro e nos fará vencer todos os desafios.

Aproveite e adquira já um exemplar do meu livro “Enquanto espero, vou…”.

Não saia daqui sem seguir o blog.

Fiquem com Deus.

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Tratando os problemas internos

Olá, tudo bem com vocês?

Se você é uma pessoa que vive uma vida cheia de afazeres, te convido para ler este texto.

É impressionante como estamos sempre envolvidos em tarefas: trabalho, trabalho e mais trabalho.

Quer seja fora ou dentro de casa, sempre há algo que deve ser feito, não é?! O pior é quando não conseguimos concluir aquilo que nos propomos a fazer. Isso pode  acontecer devido a muitos fatores. 

E quando não obtemos o “estipulado” em nossas metas, muitas vezes nos frustramos, desesperamos e nos abatemos.

O interessante é termos em mente que devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance. Talvez tentarmos ir um pouco além, mas nunca desanimar diante das adversidades que vierem nos assolar.

Falando em adversidades, me lembrei de um livro que li recentemente. O nome do livro é: “Atravessando as tempestades” de Tony Cooke. Um livro muito bom de ler, que aborda diversos tipos de tempestades (adversidades) que estamos sujeitos a enfrentar.

Um dos pontos que muito me chamou a atenção, é quando o autor fala da importância de tratarmos as tempestades interiores. Ou seja, há duas tempestades: a exterior, que são as adversidades que nos assolam externamente (perda de algo ou alguém, perseguição, calúnia, etc.), e a interior, que são as tempestades que atingem a nossa alma (medo, angústia, desespero, dúvida, solidão, etc.)

Quando não tratamos as adversidades internas, a probabilidade das externas darem certo é muito baixa. Ou seja, não adianta buscarmos solução para “acalmar” as tempestades que nos assolam externamente, se o nosso interior estiver em constante conflito. 

Uma tempestade interior muito comum, é o medo. Inclusive no meu livro “Enquanto espero, vou…” eu falo sobre a importância de encarar os medos.

O medo é uma tempestade interna que não necessariamente vem em forma de pânico. Ele pode vir como uma insegurança, ansiedade e/ou preocupação. Preocupação por algo que nem aconteceu e talvez nem aconteça. Diria que é um sentimento sofrido por “antecedência”.

Então a crença de que “você não é bom o suficiente”, que “tudo dá errado para você” e/ou “você nunca sairá dessa situação”, causam bloqueios que por mais que as tempestades externas tem sido vencidas, as internas estarão sempre se remexendo dentro de você. Trazendo mágoas, iras, depressão, desânimo, inquietação…

No entanto, há solução para as adversidades internas, para a alma angustiada, aflita e preocupada.

Em Salmos 42:11 Davi reagiu à angústia da seguinte forma:

“Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e meu Deus”.

Olha que lindo a forma como Davi confiou no Senhor e encorajou a si mesmo!

Leve em consideração essas dicas:

  • Quando as tempestades vierem te assolar, causando medo, dúvidas e preocupação, faça como Davi, se encoraje e confie no Senhor.
  • Se as adversidades te fizeram perder a paz e a harmonia com alguém, libere o perdão. Por mais difícil que seja, saiba que alimentar a ira te fará tão falho quanto aquele que falhou com você.
  • Permita-se viver um dia de cada vez. Saiba que nem sempre aquilo que te preocupa se tornará real. Caso venha se materializar, tenha a certeza que o Senhor estará com você.

Sendo assim, volto ao assunto inicial. Diante dos afazeres do dia a dia, dê sempre o seu melhor. Mas nunca se esqueça de cuidar do seu interior; não permita que as tempestades internas venham se sobrepor às externas. Saiba que tudo passa, inclusive as tempestades. 

“Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o Senhor tem sido generoso para contigo.” Salmos 116:7

Fiquem com Deus e até a próxima.

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