Vencendo o desânimo



Vivemos em uma época de grandes cobranças — trabalho, estudos, vida sentimental, responsabilidades que não acabam — e isso exige de nós um esforço que ultrapassa o físico; alcança a mente, o coração e até a fé.

Mesmo tentando estar sempre ativos, fortes e prontos para tudo, existem dias em que as forças simplesmente se esgotam. O que antes era leve passa a pesar, o que antes trazia alegria se transforma em cansaço, e aquilo que fazíamos com excelência já não flui da mesma maneira. É nesse ponto que o desânimo se instala, silencioso, mas poderoso o bastante para afetar nossa visão, nossos passos e a nossa esperança.

Mas por que ficamos desanimados? Muitas vezes, tentamos carregar sozinhos aquilo que não fomos criados para carregar sem Deus. Outras vezes porque colocamos expectativas demais em nós mesmos, ou porque as circunstâncias parecem maiores do que nossa capacidade. O desânimo chega quando esquecemos que não somos fonte inesgotável — mas o Senhor é.

E como vencer o desânimo? Voltando ao lugar onde nossa alma respira: a presença de Deus. É ali que o coração se fortalece, o propósito reacende e a esperança renasce. Não é pela força do braço, mas pela graça que nos sustenta. Quando entregamos nossas cargas ao Pai, Ele renova nossas forças, ajusta nossa visão e nos lembra que não caminhamos sozinhos — nunca.

“Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças. Sobem com asas como águias; correm e não se cansam; caminham e não se fatigam.” – Isaías 40:31




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Coragem, não desanime!

Acho impressionante como o desânimo tem invadido a vida de muita gente. Por vezes, estamos até empolgados por algo que está para nos acontecer como, por exemplo, começar em um novo emprego ou, fazer a viagem dos sonhos. No entanto, situações externas vem para nos causar medo e dúvida, a qual podem nos deixar desanimados.

O desânimo pode vir através da fala de alguém, como: “Você começou em um novo emprego? Legal, mas fica esperto! Pois hoje em dia é difícil conseguir uma estabilidade financeira!” – Ou até: “Você vai viajar? Nossa, mas está tendo tantos acidentes aéreos!”. Essas vozes soam sempre ao contrário daquilo que Deus planejou para nossa vida.

Então deixamos de viver e acreditar que aquilo que tanto queremos vale realmente a pena. Deixamos de crer que Deus é quem cuida de cada capítulo da nossa história. E quando não acreditamos a esperança vai embora; sem esperança a fé fica muito pequena, dando espaço para o desânimo agir.

Quando leio o Salmo 42, vejo o quão dependentes e sedentos somos por Deus:

“Como um cervo suspira pelos ribeiros das águas, assim minha alma suspira por Ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando virei e aparecerei diante de Deus?” Salmos 42.1-2

Às vezes, buscamos no outro a aprovação por meio de um incentivo, mas ao invés de palavras que trazem esperança, recebemos conselhos que geram desânimo. Mas veja o que o salmista diz no versículo 5:

“Por que estás tu abatida, ó minha alma? E por que estás inquieta dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pelo socorro do seu semblante”.

Em outras palavras, o salmista está dizendo a alma: “Ei! Não te abates nem desanimes! Você ainda irá agradecer ao Senhor por tudo que Ele te fará!”.

Mas, como não desanimar diante das dificuldades? 

A oração é o combustível que não nos deixa desanimar. Pois ela tem um poder muito grande de mover os céus. A oração traz paz, esperança, ânimo e coragem. Quando levantamos os nossos olhos aos céus e clamamos ao Senhor, Ele nos envia o socorro.

Então quando o desânimo vier, quando as situações ao seu redor vierem para te parar, peça forças ao Senhor, clame pelo Seu auxílio, ore até acontecer! Mantenha a chama acessa! E em breve, aquilo que pedes em oração, você irá ver se tornando real.

Qual o problema que te faz desanimar? Qual dificuldade te leva a crer que milagres não são reais?

“Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te inquietas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei”.

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